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	<title>M&#38;M Tecnologia Comportamental</title>
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	<description>Aplicar o BBS, Desenvolver a Cultura de Segurança, a Liderança e Zerar os Acidentes</description>
	<lastBuildDate>Mon, 30 Jan 2012 14:07:53 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Lesões, varizes e depressão afastam mais gente em 2011</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 17:07:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mmseg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Afastamentos por doenças relacionadas a estresse e repetição aumentaram, enquanto acidentes caíram Juca Guimarães juca.guimaraes@diariosp.com.br   / fonte: http://www.diariosp.com.br/noticia/detalhe/8315/Lesoes,+varizes+e+depressao+afastam+mais+gente Em 2011, o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) registrou um aumento de até 13% nos afastamentos de trabalhadores por conta de doenças relacionadas ao estresse que geraram a concessão do auxílio-doença acidentário, enquanto os acidentes de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Afastamentos por doenças relacionadas a estresse e repetição aumentaram, enquanto acidentes caíram<br />
Juca Guimarães <a href="mailto:juca.guimaraes@diariosp.com.br" target="_blank">juca.guimaraes@diariosp.com.br   </a>/ fonte: http://www.diariosp.com.br/noticia/detalhe/8315/Lesoes,+varizes+e+depressao+afastam+mais+gente</p>
<div>Em 2011, o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) registrou um aumento de até 13% nos afastamentos de trabalhadores por conta de doenças relacionadas ao estresse que geraram a concessão do auxílio-doença acidentário, enquanto os acidentes de trabalho chegaram a ter queda de até 10%.</div>
<div>Causadas pela pressão, alta competitividade e  estresse, doenças como depressão e o transtorno de comportamento bipolar tiveram aumento de 3,15% e 13%, respectivamente, na comparação entre o período de janeiro e outubro de 2010 e 2011 (veja quadro abaixo).</div>
<div>De acordo com o levantamento do INSS, os casos de afastamento devido a lesões por repetição também tiveram alta. As licenças por varizes aumentaram 10%. Doenças nas articulações e na coluna, agravadas por esforço físico, também registraram aumento.</div>
<div>Por outro lado, alguns acidentes tiveram redução significativa. Os casos de intoxicação caíram  10%. Fraturas de mão e punho, principal causa de afastamento nas linhas de montagem, tiveram queda de 0,47%, porém, manteve-se o registro de mais de 30 mil casos nos dez primeiros meses do ano.  A fratura de fêmur, no entanto, teve um aumento de 8,49%.</div>
<div>Em média, a concessão de auxílio-doença relacionado ao ambiente de trabalho corresponde a 15% do total de auxílios pagos pelo INSS para quem se afasta por mais de 15 dias da atividade na empresa.</div>
<div>Quando o afastamento tem relação com a função, o trabalhador tem direito aos depósitos mensais no FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e a uma estabilidade de 12 meses na empresa após o retorno ao trabalho.</div>
<div><strong>Direitos /</strong>Apesar de garantidas por lei, muitas empresas não respeitam a estabilidade de um ano e a continuidade dos depósitos no FGTS.</div>
<div>“O auxílio-doença acidentário é uma proteção para o trabalhador. Se for demitido, antes do final da carência, ele pode entrar na Justiça e conseguir um indenização ou a reintegração na empresa”, disse Theodoro Vicente Agostinho, advogado previdenciário.</div>
<div>O INSS está processando as empresas responsáveis pelos acidentes de trabalho.  O instituto exige que a empresa pague as despesas com o benefício.</div>
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		<title>Cultura de Segurança na Elektro</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 10:20:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mmseg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Casos de Sucesso]]></category>

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		<description><![CDATA[Este artigo descreve o Programa Comportamento pela Vida, iniciativa realizada pela Elektro com tecnologia de BBS  proprietária da M&#38;M Tecnologia Comportamental, com o objetivo de cultivar e sedimentar uma cultura de segurança e valorização da  vida  na  organização  a  partir  do  protagonismo  de  seus colaboradores.  Para  isso,  a  metodologia  utilizada  busca mudar o foco da ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este artigo descreve o Programa Comportamento pela Vida, iniciativa realizada pela Elektro com tecnologia de BBS  proprietária da <a href="http://www.mmseg.com.br">M&amp;M Tecnologia Comportamental</a>, com o objetivo de cultivar e sedimentar uma cultura de segurança e valorização da  vida  na  organização  a  partir  do  protagonismo  de  seus colaboradores.  Para  isso,  a  metodologia  utilizada  busca mudar o foco da organização de uma preocupação em evitar acidentes  de  trabalho  e  corrigir  comportamentos  de  risco para o foco no incentivo a comportamentos que garantam a vida,  valorização  do  que  é  positivo  e  construção  de  um ambiente de comunicação construtiva.</p>
<p><strong>Este  programa já evidenciou a redução de acidentes, desenvolvimento da Liderança em Segurança, assim como o fortalecimento da Cultura de Segurança da Elektro. foi também laureado com o prêmio da FUNCOGE para o setor elétrico em 2010</strong>. <a href="http://mmseg.com.br/wp-content/uploads/2011/10/artigo-Comportamento-pela-Vida-final-portugues.pdf">Leia mais.</a></p>
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		<title>Pesquisa da Cultura de Segurança</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 18:04:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casos de Sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura de Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[A M&#38;M iniciou em Setembro de 2011 a pesquisa de Cultura de Segurança e Saúde nas empresas: CHESF (Companhia Hidro Elétrica do São Francisco) e na Souza Cruz (Unidade Cachoeirinha-RS). A pesquisa está sendo realizada parte on-line e parte por formulários escritos, a pesquisa on-line facilita acesso aos respondentes em seus computadores  e produz  um ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.mmseg.com.br/images/BLOGS/Pesquisa da Cultura.jpg" alt="cultura de segurança - segurança comportamental - comportamento seguro - BBS" width="584" height="143" /></p>
<p>A M&amp;M iniciou em Setembro de 2011 a pesquisa de Cultura de Segurança e Saúde nas empresas: CHESF (Companhia Hidro Elétrica do São Francisco) e na Souza Cruz (Unidade Cachoeirinha-RS).</p>
<p>A pesquisa está sendo realizada parte on-line e parte por formulários escritos, a pesquisa on-line facilita acesso aos respondentes em seus computadores  e produz  um rápido resultado, a pesquisa em formulários é utilizada em áreas que não há acesso a computadores.</p>
<p>Esta pesquisa é realizada com total sigilo mantendo a identidade do funcionário incógnita.</p>
<p><strong>Por que Medir a Cultura de Segurança da Organização?</strong><strong></strong></p>
<p>A pesquisa da Cultura de Segurança e Saúde na empresa identifica os pontos fortes e fracos que impactam o desempenho de Segurança da organização.</p>
<p>Se podemos medir, também podemos desenvolver a Cultura, sendo assim com os resultados da pesquisa pode-se planejar a melhoria e a evolução da Cultura, aumentando o desempenho de Segurança.</p>
<p>Sabemos que a Segurança é um desejo de todos, sendo assim a visão da melhoria é facilmente compartilhada em todos os níveis. Este trabalho também promove:</p>
<ul>
<li>Melhoria na comunicação;</li>
<li>Aumento da confiança sobre os gestores;</li>
<li>Fortalece a cultura de feedback;</li>
<li>Desenvolve o senso de responsabilidade e justiça;</li>
<li>Desenvolve o cuidar ativamente um do outro;</li>
<li>Desenvolve as lideranças;</li>
<li>Engaja todos os funcionários;</li>
<li>Reduz perdas produtivas e de qualidade.</li>
</ul>
<p>A pesquisa da Cultura de Segurança faz parte do PSC – Processo de Segurança Comportamental (tecnologia de Behavior Based Safety adaptada à cultura brasileira)</p>
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		<title>O Que é o BBS ou Segurança Baseada no Comportamento</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Apr 2011 10:34:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe M&#38;M</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança Comportamental ou BBS]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução Tradicionalmente as empresas investem muito tempo e recursos para melhorar o seu desempenho, tornando as atividades e tarefas cada vez mais seguras através de proteção de máquinas e sistemas de gestão, os quais incluem a inspeção, estatísticas, proteção de máquinas, treinamentos, regras, etc. Como conseqüência, estes esforços reduzem significativamente os acidentes no decorrer dos ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Introdução</strong></p>
<p>Tradicionalmente as empresas  investem muito tempo e recursos para melhorar o seu desempenho, tornando  as atividades e tarefas cada vez mais seguras através de proteção de  máquinas e sistemas de gestão, os quais incluem a inspeção,  estatísticas, proteção de máquinas, treinamentos, regras, etc. Como  conseqüência, estes esforços reduzem significativamente os acidentes no  decorrer dos anos, até que se atinge o platô, no qual por maiores que  sejam os esforços feitos, não se consegue melhorar o desempenho da  segurança e a prevenção de acidentes.</p>
<p>Apesar de muitos destes acidentes  serem atribuídas à falta de cuidado das pessoas ou atitudes precárias em  relação à segurança, a maioria é ativado por um comportamento inseguro.</p>
<p>A <strong>Segurança Comportamental</strong> <strong>ou Baseada no Comportamento</strong> aborda estes comportamentos, utilizando técnicas de administração que  quase sempre resultam em uma mudança positiva no desempenho de segurança  e melhores atitudes.</p>
<p>Com a popularização recente do gerenciamento da segurança baseado no comportamento, uma questão vem à tona: <strong>O que realmente é o Gerenciamento da Segurança Baseado no Comportamento ? </strong>Na verdade é mais fácil falar da segurança comportamental, do que fazê-la, pois além de complexa, o seu desafio ainda é maior. Na verdade o Gerenciamento da Segurança Baseado no Comportamento refere-se estritamente ao uso de métodos para a análise do comportamento de forma se  obter a melhoria contínua no desempenho de segurança. Estes métodos  incluem identificar e operacionalmente definir os comportamentos  críticos relacionados à segurança, observando-os para obter dados da  freqüência destes, dando o feedback e usando os dados  obtidos para a melhoria contínua. Para se obter a melhoria contínua no  longo prazo é necessário que estes métodos sejam combinados ao  envolvimento dos funcionários.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Um aspecto que requer atenção é que  ao se popularizar, de certa forma, esta técnica de gerenciamento pode  perder o seu real significado e todos perdem com isto. A popularidade do  TQM era tanto uma força negativa como uma influência positiva. O que  Deming e Juran realmente queriam transmitir com o TQM foi distorcido por  muitos de seus promotores. Por exemplo: algumas empresas  dizem que eles estão “fazendo TQM”, mas quando você observa o que eles  na verdade fazem, verifica-se a dificuldade de relacionar com qualquer  aspecto da ciência usada na metodologia estatística de Deming. Assim,  torna-se crucial que os elementos que constituem o gerenciamento da  segurança baseado no comportamento sejam claramente visualizados e como é  que eles se distinguem de outras abordagens estranhas e “geneticamente”  alteradas com características totalmente deformadas.</p>
<p>É importante esclarecer quais  iniciativas realmente são gerenciamento da segurança baseado no  comportamento e quais simplesmente se chamam assim. A razão é que  companheiros de jornada, viajantes que não se conhecem e profissionais  de todos os tipos estão pulando ou para pelar no vagão da segurança  baseada no comportamento, encorajando a confusão que pode enfraquecer  séria e erroneamente esta nova metodologia através de falsas  associações.</p>
<p><strong>Deming e Skinner</strong></p>
<p>Embora B. F. Skinner seja  considerado o fundador da ciência comportamental, é o trabalho de W.  Edwards Deming que emergiu como o aspecto mais importante da segurança  baseada no comportamento. Este fato se deve em grande parte ao fato do  foco de Deming ser em assuntos práticos no local de trabalho. Skinner  por sua vez trabalhou basicamente em laboratórios com animais, distante  das condições em que as pessoas viviam e trabalhavam. Embora Skinner  tenha descoberto um conjunto de regras muito importantes referentes ao  comportamento, ele não era um intérprete confiável do significado de  suas descobertas. Embora o “<strong>behaviorismo</strong>” seja ainda o  ponto central para uma parte da escola da psicologia, é agora  considerado pela maioria dos estudiosos sérios das ações humanas e do  bem estar. Finalizando este item, podemos afirmar que a implantação  correta do gerenciamento da segurança baseada no comportamento possui  mais em comum com os princípios de TQM do que com a modificação do  comportamento. Ambos ajudam os grupos de trabalho a melhorar o seu  desempenho, autogerenciando-os. Não há nada aqui de escravizar  trabalhadores através de prêmios e punições – ocorre exatamente o  contrário.</p>
<p><strong>Por que focalizar o comportamento de risco? </strong></p>
<p>Inicialmente, optamos por utilizar o termo <strong>comportamento de risco</strong> ao invés de comportamento de  risco, pois a frase sofre uma associação muito forte com o aspecto  negativo, sempre soando aos funcionários como “mau comportamento” ou  algo parecido. Como a abordagem do termo “comportamento de risco” procura-se  descrever o comportamento que é crítico para a segurança sem uma  conotação negativa. Este termo é mais neutro e menos qualificador. Como  resultado, ele é mais aceito pelos funcionários.</p>
<p>Embora seja difícil de se controlar,  aproximadamente de 80 a 95 % de todos os acidentes são ativados por  comportamentos de risco, os quais interagem com outras características  negativas inerentes aos processos ou ao ambiente existente.  Como os sistemas de gerenciamento da segurança existentes direcionam os  recursos das empresas ao controle de 15 a 20 % das causas dos  acidentes, podemos afirmar que temos uma deficiência de foco.  Deficiência esta que se reflete nos resultados sub-ótimos das empresas e  do país.</p>
<p>Freqüentemente, através da implementação dos planos estratégicos, toda organização possui estes  aspectos negativos no seu processo e no ambiente em que estão presentes  como causa nos acidentes. Sendo que permanecem dormentes e  relativamente inofensivos até o momento em que há associações entre si e são ativados por um comportamento de risco produzindo um acidente.</p>
<p>Este aspecto pode ser ilustrado  através de um exemplo. “Um novo processo de fabricação foi projetado e  construíram 2 novos pisos no mezanino de uma planta existente. Uma vez  que o trabalho de construção estava completo, verificou-se uma diferença  de altura entre os novos pisos, o qual foi resolvido com uma adaptação  de uma escada. Introduzindo, deste modo, riscos no ambiente  físico. Durante o comissionamento do equipamento, houve freqüentes  bloqueios do processo (um segundo risco) que somente poderia ser  cancelado com a ida do operador ao piso superior do mezanino. Devido às  pressões para produção e a equipe ser reduzida, devido a um exercício de  downsizing, o bloqueio requeria que o operador isolasse o  equipamento no piso mais baixo da produção (um outro risco) e subisse as  escadas ao mezanino para bloquear o circuito. Neste  momento, todos estes riscos se combinaram para provocar um acidente  quando o operador se apressou em subir os degraus para cancelar o  bloqueio. Ao se apressar, devido a uma viga mais baixa, bateu forte a  sua cabeça, caiu da escada e ficou inconsciente”. Isto resultou em um  acidente, perda de produção, custos associados e redução na moral dos  funcionários.</p>
<p>Neste exemplo, o potencial para este  tipo de acidente com perda de tempo estará sempre presente até que  estes riscos sejam ativados pelo comportamento de risco. Que é muito  mais difícil corrigir estes riscos residuais, não se discute. Focalizar a  atenção sobre o comportamento de risco dos operadores ao subir as escadas  é uma opção muito mais fácil e viável porque está dentro do controle  dos operadores, visto que os riscos residuais não estão.</p>
<p>Como as abordagens de segurança  comportamental identificam e focalizam as situações particulares com  comportamentos de riscos, os funcionários tendem a estar mais atentos ao  seu potencial de causar o acidente / dano. Além de lhes fornecer um  mecanismo para controlar o seu próprio comportamento seguro e ajudar os seus  colegas. E quando as pessoas tomam o controle da segurança, observam a  melhorias na saúde e segurança, com certeza sentem-se bem com isso, pois  eles sabem que fizeram a diferença. Eles passam a ter o sentimento de  realização que os mantém indo em frente.</p>
<p><strong>Um Indicador Pró-ativo do Desempenho de Segurança</strong></p>
<p><strong> </strong>Apresentado este  exemplo, o primeiro pensamento seria o de utilizarmos o comportamento de  risco como um indicador, o que seria também um índice muito melhor  sobre o desempenho de segurança do que os coeficientes de freqüência e  gravidade para acidentes por duas razões: Primeiro, porque os acidentes  são o resultado final de uma seqüência causal provocada geralmente por  um comportamento de risco; e em segundo lugar, porque os comportamentos  de risco podem ser medidos de forma significativa e numa  base diária. Apesar destes dois motivos, o uso dos comportamentos de  risco como indicador ainda é reativo e totalmente desmotivador.</p>
<p>O problema reside na <strong>polaridade</strong> do comportamento de risco como indicador. Ele aponta o que é feito de  errado, mas sem indicar o que se faz de correto. Portanto, para que  alcancemos excelência, a qual segundo Aristóteles decorre do hábito de  fazermos repetidamente o que é certo. Assim, o comportamento seguro é o  indicador mais pró-ativo, motivador e direcionador de esforços para um  indivíduo ou para 200 pessoas caminharem e realizarem a excelência.  Outro aspecto crucial é o fato das pessoas serem motivadas a realizar o  comportamento pelas conseqüências, o que explicaremos um pouco mais  adiante onde falaremos sobre a modelagem das conseqüências.</p>
<p>Em todas as empresas a elevação e a redução do nível de <strong>comportamento seguro</strong> é uma função de vários fatores: sistema  de gerenciamento, funcionários, condições físicas, máquinas e processo  de produção, o próprio produto fabricado,confiança, habilidades, stress  etc. Assim que a freqüência de comportamento de risco aumenta, a  possibilidade de acidentes também sobe. Muitos primeiros socorros  ocorrem antes de um acidente mais sério ou de uma fatalidade, como pode  ser observado na figura ao lado. O desafio é identificar os  comportamentos críticos para então rastreá-los e gerenciá-los de formar  melhorar os níveis de comportamento seguro. Este gerenciamento pró-ativo  do desempenho da segurança, conduzido por indicadores, é mais avançado e de melhor resultado do que pelo número de primeiros socorros ou acidentes ou comportamentos inseguros.</p>
<p>Os coeficientes de acidente tendem a  ser usados simplesmente como uma medida do desempenho de segurança  porque sinalizam que algo está errado dentro do sistema de gerenciamento  da segurança numa companhia. Pela forma com que são calculados, eles  acabam por fornecer uma referência crua para que as empresas possam comparar a eficácia de seus sistemas gerenciais.</p>
<p>Infelizmente, isto tende a resultar  na atenção e nos recursos da gerência que estão sendo focalizados na  segurança somente quando os coeficientes de acidentes sobem  significativamente. Quando os problemas imediatos parecem ser  resolvidos, a atenção e os recursos da gerência são desviados para  outras áreas da organização até que o coeficiente de acidente aumente  outra vez e assim por diante. Conseqüentemente, ao invés de serem  pró-ativos, aqueles que focalizam quase exclusivamente os coeficientes  de acidentes como uma medida do desempenho de segurança tendem a ser  reativos. Lembramos que as atividades do processo são “upstream”, quer  dizer, são geradoras de ação, enquanto que os resultados destes  processos são “downstream” (conseqüências destas ações).</p>
<p>Ao contrário da reatividade até aqui explicitada, o foco contínuo no comportamento seguro é totalmente pró-ativo  e está “upstream”, pois permite que os aspectos presentes na corrente  causal do acidente sejam identificados e tratados antes que um incidente  ocorra. Como “o comportamento crítico” é a unidade de medida, uma  abordagem para análise, usando as técnicas de solução de problemas,  envolvendo a gerência e os empregados são adotados para identificar os  pontos críticos (ou barreiras) nos comportamentos seguros. Com base  neste banco de dados, usando a técnica de Pareto podemos desenvolver “o inventário  de comportamento seguro”. Estes inventários fornecem a base para o  comitê de gestão e os observadores monitorarem sistematicamente o  comportamento diário dos funcionários (em qualquer nível), numa  atmosfera positiva e construtiva, priorizando os comportamentos  principais que são geradores de um melhor desempenho.</p>
<p>Baseado nos resultados iniciais obtidos em poucas semanas de observação, o comitê, o time de observadores e  os funcionários podem definir as suas metas de melhoria. O formulário  de observação é fornecido numa base diária ou semanal e permite que os  observadores acompanhem a evolução do comportamento seguro. As empresas  que usam a tecnologia do <strong>PSC &#8211; Processo de Segurança Comportamental</strong> geralmente são recompensadas por poucos acidentes, um gerenciamento  consistente da segurança, melhor comunicação, maior senso de equipe que  pode beneficiar também a produção, qualidade e ao meio-ambiente,  ampliando os lucros.</p>
<p><strong>Por que as pessoas se comportam de forma insegura?</strong></p>
<p>Um dos principais fatores que levam  as pessoas a se comportarem freqüentemente de forma insegura é que nunca  se machucaram antes por realizar o trabalho de forma insegura – “eu  sempre fiz o trabalho desta maneira !” &#8211; é um comentário familiar. Neste caso, lembramos que tanto os novos funcionários, como os antigos se acidentam pelos mesmos motivos.</p>
<p>O potencial para um acidente está  sempre presente como ilustrado no triângulo do acidente. A pirâmide de  Heinrich, por exemplo, sugere que para cada 600 atos e condições  inseguros, 210 resultarão em ferimentos menores e 1  em uma morte ou em um acidente com perda de tempo. Se durante muito  tempo um funcionário não se acidentar, apesar de trabalhar de forma  insegura, esta conseqüência positiva para um ou mais comportamentos de  risco é um reforço, até que isto seja um hábito. É claro que pela lei  das probabilidades o acidente vai se potencializando cada vez mais  quanto maior for o comportamento de risco do funcionário ou do grupo de  funcionários. O princípio que está sendo ilustrado aqui é que as  conseqüências de se comportar de forma insegura determinarão quase  sempre o comportamento de risco futuro (<strong>hábitos</strong>), simplesmente porque o comportamento reforçado (estimulado e permitido) tende a ser repetido.</p>
<p>Embora seja comum encontrarmos  vários comportamentos de risco que estão sendo reforçados pelo sistema  na empresa, alguns exercerão efeitos mais fortes no comportamento das  pessoas do que outros. É particularmente um conjunto de reforço com as  seguintes características: acontece <em>imediatamente</em>, é <em>certo</em> e <em>positivo</em> que possuem o maior efeito. Os fumantes, por exemplo, encontram  dificuldade em parar de fumar porque as conseqüências de fumar acontecem  logo (imediato), são certas (todas as vezes) e positivas para o fumante  (um alto teor de nicotina), visto que as conseqüências negativas (por  exemplo, o câncer de pulmão demora para ocorrer (anos no futuro), é  incerto (nem todo fumante tem câncer ou morre de câncer no pulmão) e é  negativo. Exatamente da mesma forma, os empregados encontrarão  dificuldade em seguir determinadas regras de segurança ou procedimentos  se consistentemente (certo) estiverem sendo recompensados por uma  imediata (logo) economia de tempo, por usarem de atalhos ou por  aumentando a produtividade (positiva), comportando-se de  forma insegura. O que uma pessoa faria, por exemplo, se tivesse um  período de dez a quinze minutos para colocar os equipamentos de proteção  individual corretos para entrar em uma área de uso obrigatório, de  forma a fazer uma leitura num instrumento que dura somente 10 segundos?  &#8230;.Não responda!!!</p>
<p>Em alguns exemplos, o fluxo de  trabalho também reforça o comportamento de risco das pessoas. Por  exemplo, os funcionários de supermercados ao entrar na câmara fria têm a  obrigatoriedade de usar as vestimentas protetoras contra o frio. Mas  por terem que ficar pouco tempo dentro, por demorar em colocar a japona  com capuz e luvas, pela necessidade freqüente em tirar e colocar as  vestimentas protetoras sobre a roupa, pelo seu Chefe imediato ser  complacente nas vezes em que o viu não utilizando os equipamentos de  proteção individual necessários; criou-se inconscientemente uma <em>modelagem de conseqüências e antecedentes</em> que reforçam e até estimulam o comportamento de riso: entrar na câmara  fria sem a vestimenta de proteção várias vezes ao dia. Resultados  possíveis: problemas respiratórios para o funcionário e vulnerabilidade  legal para a empresa, pois passa a existir uma atividade insalubre e uma  situação passível de ação judicial trabalhista. O pagamento da  insalubridade é o menor dos problemas, visto que em recente estudo  realizado por empresas de consultoria jurídica informaram que o custo  médio de uma ação trabalhista estar na ordem de R$ 50.000,00,  considerando todos os aspectos formadores de custos e prazos. Não  obstante, transformou-se logo numa forma normal dos funcionários  trabalharem, porque seu comportamento sempre (certo) foi reforçado  imediatamente (logo) ganhando tempo e a complacência das chefias  (positivo).</p>
<p>Nos trabalhos de consultoria que  desenvolvemos e como verificado neste último exemplo, é freqüente  encontrarmos o comportamento de risco ou inseguro de alguns funcionários  serem reforçados pelo fatos de todos ou parte dos níveis de chefias  fazerem vista grossa ou ativamente incentivarem atalhos para melhorara  produção. Infelizmente, isto tem os efeitos negativos que não são sempre  imediatamente aparentes: em primeiro lugar, os funcionários aprendem  que o comportamento de risco recompensa mais. Em segundo, o  comportamento seguro desperdiça recursos pois as empresas gastam mais  tempo, dinheiro e o esforço.E finalmente, desculpando o comportamento de  risco, as chefias e gerentes estão transmitindo mensagens  que “matam” a confiança do empregado no compromisso total da gerência e  da empresa quanto à segurança.</p>
<p><strong>Como nós podemos parar o comportamento de risco?</strong><strong> Por que não acabar com os perigos?</strong></p>
<p>Eliminar os perigos retirando-os da  empresa ou introduzindo controles de engenharia pode ser uma maneira  eficaz de limitar o potencial para o comportamento de  risco. Apesar de bem sucedido em muitos exemplos, ele pode não funcionar  sempre, pois simplesmente as pessoas têm a capacidade se comportar  deforma insegura e cancelar todos os controles de engenharia.  Claramente, apesar da presença da proteção na máquina, há operadores que  acreditam que as conseqüências em se comportar de forma insegura serão  mais do que reembolsadas pelo aumento da produção. Isto ilustra o ponto  em que muitas soluções de engenharia tendem a ser limitadas na proteção  do ser humano, com relação ao comportamento que deriva das percepções  das pessoas (por exemplo: fazer a máquina funcionar, antes de colocar as  proteções, após a manutenção), mas as pessoas tem ainda a capacidade  ignorá-los e comportar-se de forma insegura.</p>
<p><strong>Como nós podemos parar o comportamento de risco?</strong><strong> Por que não mudar atitudes das pessoas?</strong></p>
<p>Os comentários existes em relatórios de análise dos acidentes freqüentemente dizem: “&#8230; que devem tomar mais cuidado” e “com  atitudes e consciência melhores de segurança, este acidente não  aconteceria”. Onde isto ocorre, deseja-se tentar alterar o comportamento  de risco baseado na opnião que as atitudes determinam o comportamento  (certamente, esta é uma opinião muito comum entre muitos profissionais  de segurança). Tende-se a confiar nas campanhas de publicidade e no  treinamento de segurança para causar mudanças nas atitudes das pessoas,  que por sua vez se espera mudar o comportamento. Embora as atitudes  positivas de segurança sejam importantes e muito desejáveis, a ligação  da mudança da atitude à mudança do comportamento é muito fraca. Isto  pode ser explicado pelo fato que uma única atitude envolve ao menos três  componentes: pensamento (cognitivo), sentimento (emocional) e a  intenção para agir (compromisso). Adicionalmente, uma única atitude é  ligada geralmente com um conjunto de outras atitudes relacionadas. A  lógica dita, conseqüentemente, que as tentativas na mudança da atitude  devem alvejar cada componente de cada atitude individual, para cada  único empregado. Em termos práticos, isto é impossível.</p>
<p>Felizmente, a relação da mudança do  comportamento à mudança da atitude é muito mais forte. Se as pessoas  mudarem conscientemente o seu comportamento, tendem também a reajustar  suas atitudes e sistemas associados de opinião para realizar o novo  comportamento. Isto ocorre por que as pessoas têm que ser coerentes na  atitude e no comportamento, como forma de reduzir toda a tensão causada  por pela ausência combinação entre seus comportamentos e atitudes. A  mudança do comportamento, tende conseqüentemente a conduzir as novos sistemas de opinião e de atitude que apóiam o novo conjunto de comportamentos (mais seguros).</p>
<p>Um fator adicional que realça a  mudança da atitude focalizando o comportamento é o reforço positivo  realizado pelo colega de trabalho, utilizando o recurso da influência  social ou do grupo e do conhecimento no momento do aprendizado. No  momento em que o colega e/ou o grupo exige a conformidade com  determinados comportamentos, estabelece-se uma ponte de ligação  fundamental entre o observador e o observado. Se um grupo de trabalho  adotar uma “norma” para se comportar seguro, o grupo tenderá a aplicar  sanções sociais àquele que violar esta regra e reconhecer o esforço  daqueles que se comportam de forma segura e saudável. Se os funcionários  que realizam comportamentos de risco desejarem fazer parte deste grupo,  eles alterarão o seu comportamento, passando a trabalhar com segurança.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Como nós podemos parar o comportamento de risco?</strong><strong> Punindo as pessoas até que se comportem com segurança?</strong></p>
<p>A forma como isto é feito na prática  pode levar a efeitos positivos ou negativos. Algumas abordagens da  gerência de segurança são pesadas quanto ao uso da autoridade, do medo e  da punição (quer dizer, se você não se comportar com segurança no  trabalho, vou adverti-lo, suspendê-lo ou demiti-lo).</p>
<p>Estas aproximações mostram que os usos da disciplina e da punição desestimulam o comportamento de  risco, quando o comportamento seguro for ignorado pela maioria do  grupo. Isto resulta freqüentemente no oposto àquele pretendido, com a  omissão no relato de incidentes ou acidentes leves. Embora o uso  judicioso da disciplina e da punição possa ter os efeitos pretendidos, o  mais usual é que não ocorra. A razão para esta afirmação é bem simples:  a eficácia da punição dependente da sua consistência. Ela funciona se  for aplicada imediatamente, mas como fazê-lo se a cada instante ocorre  um comportamento de risco ? Punir alguém a todo o momento em que ocorre um comportamento de  risco é algo difícil de se fazer, para não dizer inexeqüível. Além do  fato de que não se pode vê-los ocorrendo. Isto significa que o fato de  se realizar um comportamento de risco e não ser pego, é um  reforço positivo para um comportamento errado, pois ocorre imediatamente  e é certo, o que compensa e muito os reforços incertos, atrasados e  negativos recebidos quando da eventual punição.</p>
<p><strong>Como nós podemos parar o comportamento de risco?</strong><strong> O elogio faz as pessoas se comportarem de forma segura ? </strong></p>
<p>Como as chefias, em todos os níveis,  podem se assegurar que com os reforços certos podem motivar os  funcionários a trabalhar com segurança, diminuindo os comportamentos de  risco ? É um fato que a maioria de pessoas tendem a  responder mais ao elogio e à aprovação social do que a qualquer outro  fator. Pense nas pessoas que fumam seu primeiro cigarro. Isto ocorre  normalmente durante os anos da adolescência porque ele vê como “a coisa  certa” a fazer. Embora o fumo do cigarro possa ser sujo e causar tosse  forte, as pessoas continuarão a sofrer o desconforto se o comportamento  de fumar um cigarro encontrar aprovação do seu grupo. Do mesmo modo,  algumas pessoas não usam equipamentos de proteção individual ou não  seguem um procedimento devido à sua desaprovação dos colegas: quer  dizer, vai de encontro à imagem de “macho” no grupo de trabalho. E faz  sentido, conseqüentemente, se empregar com esta pessoa a técnica da  influência social, estimulando o sentimento de aprovação, de seguir a  autoridade quando agregado a um fator positivo e realizar um elogio  reconhecendo o seu esforço pessoal, a sua capacidade e habilidade em  realizar algo. Esta abordagem pode causar as mudanças desejadas.</p>
<p>É imprescindível que este reforço  positivo seja imediatamente ligado ao comportamento seguro observado.  Uma vez que o padrão desejado para o comportamento começa  se tornar estabelecido, o sincronismo e a freqüência do elogio e da  aprovação social podem ser reduzidos sobre um período de tempo, não  necessitando ser dado imediatamente e a cada momento em que alguém é  visto se comportando com segurança. Os benefícios adicionais incluem o  fortalecimento da cultura de segurança devido à confiança que se ampliou  entre os gerentes e funcionários, tanto nas suas intenções quanto em  suas habilidades.</p>
<p><strong>Como nós usamos este conhecimento ajudar melhorar o comportamento de segurança?</strong></p>
<p>Nós sabemos que focalizar o  comportamento seguro causará as mudanças desejadas e que as mudanças da  atitude seguem as mudanças comportamentais. Nós sabemos que a aprovação e  os incentivos sociais podem trazer mudanças positivas para a aceitação e adesão às normas de segurança. Também sabemos que os funcionários de linha são as melhores pessoas para redefinirem as normas de sua segurança, porque controlam o seu próprio comportamento. <em>Segue,  conseqüentemente, que toda a iniciativa da melhoria de segurança tem  que passar pela gerência em dar apoio aos funcionários e pelos  funcionários confiarem nestes e realizarem a segurança</em>. O que gera  motivação, confiança, senso de propriedade e de equipe, além do desejo  de ir mais longe em aspectos de prevenção e saúde prazo (melhoria  contínua).</p>
<p>Desta forma, ao funcionário é dada a  responsabilidade e a autoridade para identificar, definir e monitorar  seus próprios comportamentos seguros e inseguros, assim como definir e  ajustar as suas próprias metas de melhoria de segurança. Apoiados e  orientados pela gerência, neste ciclo de melhoria contínua,  desenvolve-se uma cultura pró-ativa livre de culpados e punições,  garantindo o sucesso no longo prazo.</p>
<p><strong>E funciona?</strong></p>
<p>Como a abordagem comportamental  difere consideravelmente das formas tradicionais de melhorar o  desempenho da segurança, uma pergunta que geralmente é feita é: “estas  idéias funcionam na prática?” Surpreendentemente, a resposta é SIM! Os  profissionais de segurança que usam estas técnicas relatam  mudanças positivas e consistentes nas taxas do comportamento e de  acidentes, independente do setor produtivo ou de serviço a que esteja  ligado. Os resultados positivos foram obtidos também pelo autor e por  colegas nas implantações realizadas. Os resultados típicos são:<em> </em></p>
<ul>
<li>
<div>reduções de 40 a 75 por cento ao ano nas taxas de acidente e nos custos destes.</div>
</li>
<li>
<div>melhorias de 20 a 30 por cento ao ano no comportamento seguro.</div>
</li>
<li>
<div>Maior envolvimento dos funcionários com a segurança .</div>
</li>
<li>
<div>Melhoria na comunicação em entre a gerência e funcionários.</div>
</li>
<li>
<div>Melhorias contínuas nos sistemas de gerenciamento da segurança.</div>
</li>
<li>
<div>Melhoria da Cultura de Segurança.</div>
</li>
<li>
<div>Aumento no senso de propriedade sobre a segurança.</div>
</li>
<li>
<div>Atitudes mais positivas para a segurança.</div>
</li>
<li>
<div>Aumento no senso de responsabilidade.</div>
</li>
</ul>
<p>Assim a segurança comportamental tem  muito para oferecer ao mundo do trabalho, embora se deva reforçar o  fato de que não é uma panacéia para resolver todos os problemas ou uma  solução do tipo “band-aid”.</p>
<p>Por: Eng. Carlos Massera Diretor da M&amp;M Tecnologia Comportamental– <em>Soluções em Cultura, Liderança e Prevenção de Acidentes </em>Diretor Executivo da  QSE do Brasil &#8211; Atuação Global</p>
<p>Faça o download deste artigo em pdf com figuras no link abaixo.</p>
<p>﻿</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Engajamento de Stakeholders</title>
		<link>http://mmseg.com.br/2010/03/o-engajamento-de-stakeholders/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 13:40:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe M&#38;M</dc:creator>
				<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[Para Refletir]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já observou que são sempre as mesmas pessoas que implantam os projetos? E são sempre os mesmos que se engajam nos projetos de maior sucesso? Por que? Leia a seguir. A expressão stakeholders ( ou, públicos de interesse) está se tornando cada vez mais comum nas empresas. Várias já implementaram planos de engajamento de stakeholders ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você já observou que são sempre as mesmas pessoas que implantam  os projetos? E são sempre os mesmos que se engajam nos projetos de maior  sucesso? Por que? Leia a seguir.</p>
<p>A expressão <strong>stakeholders</strong> ( ou, <strong>públicos de  interesse</strong>) está se tornando cada vez mais comum nas empresas. Várias já  implementaram <strong>planos de engajamento de stakeholders</strong> e<strong> </strong>nos Estados Unidos<strong> </strong>o foco nos  <strong>stakeholders</strong> já é um novo modelo de gestão.</p>
<p>Define-se <strong> stakeholder</strong> como qualquer indivíduo, ou  grupo de  indíviduos, que influencia ou pode influenciar uma organização  e/ou é impactado  (ou até mesmo, pode vir a ser impactado) por ela. Os <strong>stakeholders </strong>podem ser <strong>internos</strong>, como: funcionários, acionistas,  voluntários, gestores; ou <strong>externos</strong> como: fornecedores,  clientes, consumidores, beneficiários, órgãos públicos, mídia e/ou comunidade,  por exemplo.</p>
<p>Bem simplificadamente, o <strong>engajamento de stakeholders</strong> trata-se do esforço realizado por uma organização para identificar,  dialogar e  considerar os interesses de seus stakeholders em suas  decisões. Algumas razões  pelas quais o <strong>engajamento de stakeholders</strong> tornou-se importante  são:</p>
<ul>
<li>Permite o desenvolvimento de uma relação de <strong>confiança</strong> entre  as partes</li>
<li>Pode reduzir <strong>riscos</strong> previstos ou não</li>
<li>Promove a identificação de idéias  <strong>inovadoras</strong>, e portanto,  o aumento de <strong>oportunidades</strong> e <strong>parcerias</strong></li>
<li>Evita conflitos desnecessários, promovendo a comunicação entre  as partes</li>
</ul>
<p>O <strong>engajamento dos stakeholders</strong> também contribui para que as  organizações consigam a “<strong>licença para operar</strong>“,  ou seja o acordo  entre os interessados (em geral implícito), para que  continue a operar em um  determinado local, região ou, até mesmo, país.</p>
<p>Há várias organizações internacionais que desenvolveram princípios, normas,  estudos e manuais sobre <strong>engajamento de stakeholders:</strong></p>
<ul>
<li>A <a title="AA1000" href="http://www.accountability21.net/aa1000ses" target="_blank">Accountability</a> desenvolveu padrões de engajamento junto com o  UNEP (Programa de Meio  Ambiente das Nações Unidas). A norma criada em 2005 e em  revisão  desde 2009, já esta disponível em: <a href="http://www.accountability21.net/">http://www.accountability21.net/</a></li>
<li>A UNEP tem um manual prático: <a href="http://www.accountability21.net/publications.aspx?id=904">http://www.accountability21.net/publications.aspx?id=904</a></li>
<li>O <a href="http://www.ifc.org/">IFC </a>(International Finance Corporation,  organização do Banco Mundial) desenvolveu vários documentos e manuais sobre  engajamento: <a href="http://www.ifc.org/searchresults.html?cx=009183910618791464029%3Aik2jtgcdpms&amp;cof=FORID%3A11&amp;ie=&amp;q=stakeholder+engagement#1045">http://www.ifc.org/searchresults.html?cx=009183910618791464029%3Aik2jtgcdpms&amp;cof=FORID%3A11&amp;ie=&amp;q=stakeholder+engagement#1045</a></li>
<li>A <a href="http://www.sustainability.com/">Sustainability</a> é outra  organização que desenvolveu materiais muito relevantes para quem quer  desenvolver-se no tema: <a href="http://www.sustainability.com/search/results.asp?searchtext=stakeholder+engagement">http://www.sustainability.com/search/results.asp?searchtext=stakeholder+engagement</a></li>
</ul>
<p>O <strong>engajamento de stakeholders</strong> trata-se de uma nova forma de  gestão onde os <strong>interesses dos stakeholders</strong> são considerados,  contribuem para a manutenção, e até mesmo para o <strong>desenvolvimento  sustentável,</strong> da organização e da comunidade. É, portanto, crucial para  a <strong>sustentabilidade</strong>. Você concorda?</p>
<p>Texto obtido no Blog http://www.sustentabilidaderesultados.com.br de  Sueli Chiozzotto, sócia da prática de Sustentabilidade da MGM Partners.</p>
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		<title>Palestra Sistema Integrado de Gestão e o PSC® no Sindipeças em 2009</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 13:45:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe M&#38;M</dc:creator>
				<category><![CDATA[Videos e Apresentacoes]]></category>

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		<description><![CDATA[Faça o download da palestra sobre o Sistema Integrado de Gestão e o PSC® no Sindipeças em 2009.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faça o download da palestra sobre o Sistema Integrado de Gestão e o PSC® no Sindipeças em 2009.</p>
<p><a href="http://mmseg.com.br/wp-content/uploads/2011/09/bbssnidipecas2009.pdf" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-611" title="img_donwload" src="http://mmseg.com.br/wp-content/uploads/2011/09/img_donwload.jpg" alt="" width="95" height="63" /></a></p>
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		<item>
		<title>Palestra Sindipeças 2008 sobre o PSC®</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 13:42:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe M&#38;M</dc:creator>
				<category><![CDATA[Videos e Apresentacoes]]></category>

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		<description><![CDATA[Faça o download do arquivo sobre a palestra realizada no Sindipeças em 2008.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faça o download do arquivo sobre a palestra realizada no Sindipeças em 2008.</p>
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		<title>É assim que fazemos as coisas por aqui</title>
		<link>http://mmseg.com.br/2009/08/e-assim-que-fazemos-as-coisas-por-aqui/</link>
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		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 13:47:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe M&#38;M</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura de Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Para Refletir]]></category>

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		<description><![CDATA[A definição simples de Cultura é  “a forma que fazemos as coisas por aqui”. De forma mais elaborada pode-se afirmar  que é conjunto de crenças, valores e práticas de uma família ou cidade ou organização e de uma nação. As pessoas procuram se adaptar à cultura predominante para serem aceitas. No novo emprego, novo projeto, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A definição simples de Cultura é  “<strong>a forma que fazemos as coisas por aqui”</strong>.  De forma mais elaborada pode-se afirmar  que é conjunto de crenças,  valores e práticas de uma família ou cidade ou organização e de uma  nação.</p>
<p>As pessoas procuram se adaptar à cultura predominante para serem  aceitas. No novo emprego, novo projeto, no grupo de amigos, em qualquer  lugar. É da natureza humana. Assim, da mesma forma, a cultura pode levar  as pessoas a se superarem, dando o melhor de si, como pode ser  limitadora. Verificamos isso no dia-a-dia, quando os gestores de uma  empresa pedem ajuda, pois ficaram 5 anos sem acidentes e neste ano eles  voltaram a “aparecer”.</p>
<p>Como nada surge do nada, ele veio de algo. Liderança, complacência,  protecionismo, falta da cadeia de comando, etc – todos elementos  constituintes da cultura local. Quando o motorista estaciona na vaga da  ambulância e dá uma desculpa esfarrapada para se justificar.   Da mesma  forma, quando as pessoas são promovidas por tempo de casa e não por  competência ou até quando terras serão dadas aos sem-terras, sem que  estes plantem algo, após 2 anos de posse.</p>
<p>A realidade me chama atenção, durante a espera de um vôo para Porto  Alegre,  quando  tento ajudar um funcionário do aeroporto a trabalhar de  forma segura, ao limpar o vidro externo do saguão, sobre uma plataforma  elevatória.  Foi frustrante, pois não houve como intervir efetivamente &#8211;  o funcionário da companhia aérea não ajuda em nada já que não é  problema dele.Enquanto procurar formas alternativas de inervir, o  trabalho de risco acabou, protegido por Deus.</p>
<p>Não posso deixar de pensar que, ano após ano, para que o Brasil  continue viável, há uma enormidade de líderes anônimos que mantém esta  nação e as empresas viáveis, produzindo, realizando, progredindo. São  poucos&#8230;.Trabalham muito&#8230;mais do que precisariam&#8230;.É o seu legado.</p>
<p>Os problemas do Brasil são descritos de várias formas pela mídia  impressa e digital, mas enquanto houver uma tolerância  à mediocridade  em todos os níveis, sem o desejo e a convicção de ser melhor, onde cada  uma exerce a sua liderança pessoal, dificilmente realizaremos um Brasil  melhor.</p>
<p>Não se esqueça: “É assim que fazemos as coisas por aqui.”</p>
<p>Reflita sobre isso e haja!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Energizando os Observadores</title>
		<link>http://mmseg.com.br/2009/08/energizando-os-observadores/</link>
		<comments>http://mmseg.com.br/2009/08/energizando-os-observadores/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 13:50:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe M&#38;M</dc:creator>
				<category><![CDATA[Observação]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu não defendo que você deva descartar as auditorias comportamentais que você conhece e aprecia. É claro que precisamos de uma avaliação detalhada do trabalho para termos uma minuciosa avaliação de risco; mas todos sabem que, depois de alguns anos ou até meses &#8211; todo este trabalho entra na rotina e deixa de ser inspirador. ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não defendo que você deva descartar as auditorias  comportamentais  que você conhece e aprecia. É claro que  precisamos de  uma avaliação detalhada do trabalho para termos uma minuciosa avaliação  de risco; mas todos sabem que, depois de alguns anos ou até meses &#8211; todo  este trabalho entra na rotina e deixa de ser inspirador.</p>
<p>Acredito que ao renovar o seu programa ou processo comportamental  para a segurança, sendo este uma auditoria ou observação, isto  incentivará a  observação do comportamento dos funcionários e os  observadores irão levar  os seus cartões no bolso para realizar as  observações de forma  espontânea, breves e inclusive quando os seus  pares pedirem por uma observação.</p>
<p>O ponto-chave aqui é o formulário ou checklist de observação. Vamos  pensar  de forma &#8220;lean&#8221; por um momento. Em primeiro lugar, talvez você  não possa alterar o seu processo de observação, porque você paga a uma  empresa de consultoria R$MM para um processo e se você alterá-lo, vão  processá-lo.  Aposto que você acha que eu estou brincando, pois fique  atento e verifique o seu contrato. Algumas das grandes empresas de  consultoria  alegarão que uma determinada forma de aplicar um processo  de segruança comportamental (BBS) é uma propriedade intelectual deles  que não pode ser alterada por você. Somente eles poderão fazer a  alteração.</p>
<p>Esperemos que a sua não seja uma dessas empresas num cativeiro. Mas  se você tem algum espaço de manobra &#8211; então pode ser criativo &#8211;  experimente a idéiia de se concentrar em alguns poucos comportamentos  que realmente são relevantes para os postos de trabalho e grupos de  trabalho específicos. Eu disse  alguns &#8220;comportamentos&#8221;, não categorias  como &#8220;levantamento ergonomicamente correto.&#8221; E sim, como &#8220;pés apontam em  direção ao objeto a ser levantado ou transferido.&#8221;</p>
<p>Os comportamentos relacionados a movimentos musculares são muito  específicos e podem ser observados como este exemplo: &#8220;Colocar os óculos  de segurança em seu rosto antes de caminhar para a porta da fábrica.&#8221;  Ao invés de, &#8220;É bom usar equipamento de proteção.&#8221; O comportamento  verbal é extremamente importante no local de trabalho. Somos seres  humanos (a maioria de nós) com a habilidade de se comunicar de forma  precisa através da linguagem.</p>
<p>Por exemplo: &#8220;José, esta caixa é muito pesada para que eu levante  sozinho, você pode me dar uma mão?&#8221; Isso é um comportamento verbal, que  pode ser observado, contado e reforçado. No cartão de observação do José  -  devido ao aumento no número de entorses devido ao posicionamento e  ao esforço &#8211; incluiu-se este comportamento: &#8220;Peça ajuda a um colega de  trabalho quando um objeto precisar ser levantao e este  exceder o peso  seguro.</p>
<p>Ao invés de somente levar os problemas para o comitê resolver, os  funcionários são encorajados a acrescentarem um comportamento que os  preocupa ao seu &#8220;Cartão de Observação Lean&#8221;. Esta técnica aumenta o  senso de propriedade e consequentemente o senso de controle pessoal.  Estes 2 sensos são precursores do empowerment (motivação).</p>
<p>Eles passam a usar um cartão bem curto e personalizado no seu bolso,  caminham em direção ao colega de trabalho e dizem: &#8220;Ei João, você pode  me observar por um minuto? Estou tentando vencer alguns maus hábitos. Na  verdade, eu tenho torcido a coluna quando manuseio as cargas da área.  Eu estou mantendo um gráfico pessoal de melhoria comportamental&#8221;.</p>
<p>Você pode dizer: &#8220;Isso não via funcionar&#8221;. Nenhum funcionário mantém  um gráfico sobre o seu próprio comportamento. Eles não podem se auto  gerenciar na forma que um gerente e um supervisor podem fazer. Lembre-se  de que os funcionários de linha podem fazer qualquer coisa que eles  achem razoável e lhes dê o controle sobre o seu trabalho. Você fornece a  orientação e o apoio organizacional &#8211; oerienta-os para o processo e  eles farão o tabalho.</p>
<p>Um dos problemas com a  Segurança Comportamental ou  BBS é que se  presume que a melhor forma de mudar o comportamento é fornencendo  fedback positivo para um funcionário ao trabalhar seguro,  e que isto  &#8220;reforçará o comportamento correto&#8221;. Bem, não está de todo errado, mas o  que há de errado em permitir, preparar, defender e treinar as pessoas  para usarem os checklists e para se obter o engajamento dos colegas?  Perceba que se os funcionários puderem ter o controle de seu próprio  comportamento, eles irão por si mesmos sentir-se encorajados à melhoria.</p>
<p>Vamos resumir:</p>
<ul>
<li>Auto-gestão do funcionário.</li>
<li>Checklist curto para uso no bolso.</li>
<li>Funcionário pode alterar o formulário buscando relevância e impacto.</li>
<li>Funcionário mantém as suas próprias métricas.</li>
<li>Funcionário pedem ajuda ao colega para observá-lo.</li>
</ul>
<p>Benefícios:</p>
<ul>
<li>Aumenta a vida útil do processo de observação do ocmportamento existente.</li>
<li>Aumenta o nível de empowerment.</li>
<li>Aumenta o fator “cuide do outror”.</li>
<li>Diminui o estigma de ser vigiado.</li>
<li>Amostragem comportmaentla possui maior validade.</li>
</ul>
<p>Tenho certeza de que você vai pensar em outros benefícios. Converse  com os seus funcionários sobre este processo; veja o que eles pensam  sobre a auto-gestão e o engajamento dos colegas nesta boa idéia.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Observações Por Demanda</title>
		<link>http://mmseg.com.br/2009/08/23/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 13:49:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe M&#38;M</dc:creator>
				<category><![CDATA[Observação]]></category>

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		<description><![CDATA[Milhares de empresas ao redor do mundo estão realizando observações nos funcionários &#8211; da mesma forma. Você projeta o seus sistema de observação, cria os formulários, realiza as observações e registra os dados. Um grande problema é que muitas pessoas não gostam de ser observadas ou a própria cultura da empresa não favorece a tarefa ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Milhares de empresas ao redor do mundo estão realizando  observações nos funcionários &#8211; da mesma forma. Você projeta o seus  sistema de observação, cria os formulários, realiza as observações e  registra os dados.</p>
<p>Um grande problema é que muitas pessoas não gostam de ser observadas  ou a própria cultura da empresa não favorece a tarefa de um observar o  outro e dar o feedback &#8211; mesmo sendo positivo.</p>
<p>A solução está em colocar o controle das observações nas mãos dos  funcionários; quando um funcionário está pronto para uma observação, ele  pega o formulário ou o cartão, aborda um colega pedindo que realize a  observação (com o qual ele sente conforto ou segurança). Ao invés de ser  observado, ele pede pela observação.</p>
<p>Isto parece uma pequena mudança, mas eu penso que isto possui grandes  implicações. Analisemos, por que não recebermos algum feedback sobre o  formulário de observação? E por ue não treinar os funcionários para ter  um papel ativo na sua própria segurança &#8211; assim como na dos colegas?</p>
<p>Um funcionário pode ter um comportamento de risco que está disposto a  transformar em seguro. Ou pode estar preocupado com um determinado  aspecto do seu trabalho e quer alguma ajuda &#8211; um observador que é o seu  anjo da guarda ou padrinho, alguém que cuide e se importe. Isto soa  muito &#8220;bonitinho&#8221;?</p>
<p>Há muitas pessoas que realizam trabalhos perigosos, muitos deles são  rotineiros ou intermitentes. Porque não permtir que um funcionário uso o  cartão de observação e peça por um &#8220;facilitador da segurança &#8220;que o  ajude?  (parece ser melhor do que chamar um auditor ou observador).</p>
<p>Vamos realizar algumas observações controladas pelos funcionários por  demanda. Um observação &#8220;por demanda&#8221; é descricionária. Um funcionário  pode obter o auxílio extra de uma colega e juntos podem construir   hábitos de  trabalho seguros, desenvolvendo o comportamento seguro e  gerenciando a quebra de regras.</p>
<p>Então? Vamos levar o seu processo de observação para outro nível?</p>
<ul>
<li>Vamos deixar os funcionários iniciarem a observação quando eles precisarem.</li>
<li>Permita que os funcionários adicionem comportmaentos, condições ou práticas para a sua lista de observações.</li>
<li>Permita que os funcionários movam a gestÃo de segurança para o próximo nível &#8211; &#8220;auto-gerenciamento&#8221;.</li>
<li>Vamos mover o processo de segurança comportamento para p próximo nível &#8211; observações conduzidas egerenciadas pelos funcionários.</li>
</ul>
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